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OS SEGREDOS DA CRIAÇÃO

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OS SEGREDOS DA CRIAÇÃO

Mensagem  Cowboy em Qui Out 09, 2008 6:55 pm



OS SEGREDOS DA CRIAÇÃO

Como qualquer tipo de criação, os equinos exigem certos cuidados característicos de sua espécie; são animais de grande porte e fortes, com atitudes, muitas vezes, imprevisíveis. É preciso se ter pulso firme , persistência e paciência e ter em mente que o cavalo "tem sempre razão".

Para se ter um animal perfeito em todos os sentidos é muito difícil; além de um programa nutricional bom, um bom domador, um veterinário atento e a sorte de não obter lesões ao longo da vida, o animal precisa de uma progenitura excelente. Os "pais" do cavalo devem ser de raça pura (preferencialmente), ter bons antecedentes e boas características, as quais serão transmitidas ao "filho".
Portanto, são indispensáveis: alimentação e boa carga genética.



O conhecimento indispensável

Possuir um cavalo pode ser uma experiência maravilhosa, podendo abrir as portas para inúmeras horas de prazer. Pode oferecer às crianças a oportunidade de aprender a ter responsabilidade.
Entretanto, com a posse de um cavalo surgem certas responsabilidades em relação aos cuidados com o animal. Estas envolvem a obtenção de conhecimentos básicos sobre a natureza física do cavalo. Cabe a todos os bons cavaleiros não somente montar bem, mas também ser um bom tratador. Um proprietário de cavalo responsável tem a obrigação de proceder da seguinte maneira:

. familiarizar-se com a natureza eqüina e, portanto, entender as regras básicas de segurança tanto para o cavalo como para si mesmo;

. aprender termos usuais para ser capaz de "falar a língua" do mundo equino;
entender as necessidades nutricionais eqüinas de modo a proporcionar um programa de alimentação adequado, baseado nas exigências do animal;

. fornecer bons cuidados para as patas e escovação do pêlo adequada;
saber quando um cavalo está bem de saúde e quando está em más condições;

. obter um conhecimento sobre as doenças mais comuns, as maneiras de preveni-las, primeiros socorros e assistência;

. ter conhecimento dos cuidados de garanhões, éguas e potro;
aprender a chamar o veterinário;



Proprietários devem oferecer:

. abrigo, cercas e arredores seguros;
. um programa de alimentação bom e balanceado;
. água limpa em abundância;
. cuidados especiais com as patas;
. vacinas, tratamentos de verminoses e dentário de rotina;
. limpeza freqüente;
. atenção para não trabalhar demais ou estressar um animal sem condições;
. interesse sincero e compaixão pelo bem-estar do cavalo e olhos atentos para evitar situações que possam resultar em problemas.

A alimentação

De entre os múltiplos factores que contribuem para o bom desempenho dos animais, a nutrição é de importância decisiva. Além de ser o principal factor no desenvolvimento de potros, na eficiência reprodutiva, na performance, estima-se que ela represente 60 a 80% dos custos de produção. É necessário derrubar preconceitos já. Os conhecimentos científicos ac tuais provam que é um verdadeiro absurdo continuar afirmando que "não é possível diminuir custos com a nutrição sem prejudicar as qualidades zootécnicas do cavalo". Ao contrário, existe hoje, suficiente tecnologia para desenvolver programas nutricionais sérios, racionais e econômicos, que dispensa a aveia, o milho e a alfafa que sempre foram acompanhados de uma não recomendada nutrição endovenosa. Para produzir uma boa alimentação, deve-se saber o seguinte:

. Produzir volumosos (pastos, raízes, fenos, palhas, gramíneas), de alta qualidade;
. Preferir a produção própria de rações;
. Os alimentos volumosos (pastos, capineiras, raízes, fenos, palhas), devem compor de 50 a 80% da ração total a ser dada ao eqüino. Alimentos concentrados energéticos, como farelo de soja, de algodão, de amendoim, de sangue, de peixe, etc, devem compor de 20 a 40& do total a ser dado ao animal. A quantidade de alimentos que um cavalo deve receber por dia é determinada através do peso, temperamento e actividades que desempenha. Nas rações cindas de fábrica há a divulgação no produto do conceito do "máximo obrigatório", que é um absurdo, porque fornece alimentos em quantidade superior à necessária. Até seis meses, não há necessidade de se produzir ração especial; o cavalo precisa primeiro aprender a comer.

A seguir, as necessidades básicas de cada linhagem:

. Potro com 6 meses: peso médio de 230 kg, deve receber 3,5 kg de concentrado e 1,5 kg de volumoso, diariamente.

. Potro com 12 meses: peso médio de 325 kg, deve receber 3,5 kg de concentrado e 2,5 kg de volumoso por dia.

. Potro com 18 meses: peso médio de 400 kg, recebe 2,5 kg de concentrado e 4 kg de volumoso ao dia.

. Potro com 24 meses: peso médio de 450 kg, recebe 2,5 kg de concentrado e 4 kg de volumoso ao dia.

. Éguas no final da gestação: recebem 2,5 kg de concentrado e 5 kg de volumoso.

. Éguas no pico da lactação: devem receber 6 kg de concentrado e g de volumoso.

. Éguas no final da lactação: recebem 4 kg de concentrado e 5,5 kg de volumoso.

. Mantença: apenas 7,5 kg de volumoso diariamente.

Cavalos com trabalho forte: recebem 7,5 kg de concentrado e 3,5 kg de volumoso.

4.2.5 O que fazer para evitar doenças

. Remova o esterco diariamente do estábulo;
. Remova o esterco semanalmente do pasto;
. Armazene o esterco ou espalhe-o bem, para secar; se resolver armazenar, faça-o num recipiente a prova de moscas, sob uma lona plástica, por 2 a 4 semanas. Armazená-lo por 2 semanas, mata os ovos dos parasitas e torna o esterco um bom fertilizante;

. Armazene também aparas de grama e fezes do cachorro os espalhe para secar;

. Providencie um abrigo livre de correntes de ar, para usar durante o mau tempo;

. Evite estábulos frios e húmidos;

. Não soltar os cavalos quando fizerem exercícios e ainda estiverem "quentes" (no caso de vento e temperatura baixa);

. Não dê banho em dias frios e com vento.

4.2.6 A doma

A utilização racional do cavalo, ou seja, a maneira correcta de amansá-lo e adestrá-lo para inúmeras actividades, é tarefa difícil, exigindo competência e humildade. A humildade adquire-se com a educação em casa, mas a competência só se conquista por meio de aprendizado sério, metódico e demorado. O mais utilizado e aprovado hoje em dia , é a DOMA RACIONAL; dá-se este nome àquela doma que forma uma seqüência de operações que se inicia nos primeiros meses de vida do cavalo e termina, sem data prevista, quando o animal aceita, sem esboçar defesa (reações físicas), aos comandos solicitados no chão, ou seja, do domador ao pé. A doma racional deve ser encerrada quando o animal atingir o estado físico adequado para o início do trabalho montado.

A doma racional consiste nos seguintes passos:

. Do nascimento aos 6 meses: colocar o cabresto o quanto antes, sem conduzir o animal com a mão. O potro deve conviver com o apetrecho em liberdade. Na higiene diária, utilizar apenas uma escova de cerdas finas para habituar o animal a não sentir cócegas;

. Dos 6 aos 12 meses: realizar a desmama, retirando a égua do pasto e deixando-se ali apenas o potro, o que atenua o "trauma" da separação, já que o ambiente continua familiar à cria. A inspeção higiênica deve continuar, observando atentamente os cascos. Efectuar o trabalho a guia, quando o potro apreende a obedecer o comando da voz: partir, parar, virar e cadenciar os andamentos;

. Dos 12 aos 24 meses: continua a higiene diária, a condução à mão, o cuidado com os cascos. Introduzem-se então, as seguintes práticas: o cavalo deve receber duas duchas diárias, de parciais a totais, começando pelas patas, até cobrir todo o corpo, aplicadas após exercícios. Utilizar o cabeção, que permite o atrelamento de rédeas de atar, que é mais leve que a sela comum, utilizada inicialmente apenas para charreteamento. Com isso, o potro deve aprender a virar o corpo todo, não só a cabeça. Nessa etapa, o cavalo deve receber uma embocadura chamada "bridão de borracha", que ajuda o animal a aprender a flexionar a mandíbula. Ressalta-se que a freqüência do aprendizado é mais importante que a duração do mesmo. Por isso, os exercícios devem ser repetidos várias vezes ao dia, com intervalos de 5 a 10 minutos cada vez;

. Dos 24 aos 36 meses: as atividades básicas citadas no item anterior devem ser mantidas. Nessa fase, o animal já utiliza a cabeçada e a sela, mas ainda não é montado; os trabalhos continuam a ser realizados no chão. O animal começa a sentir, pela primeira vez, a acção do peso sobre o dorso, que deve ser aumentado aos poucos, até atingir o peso médio de um cavaleiro. O cavalo deve aprender, através da cabeçada e o bridão a obedecer terminantemente o comando da rédea. É a etapa final da doma racional, após a qual o animal está apto para ser montado.



Para comprar um bom cavalo, faça os seguintes testes:

O cavalo é difícil de ser pego?
Ele aparenta ficar nervoso quando alguém se aproxima?
Ele tenta empinar quando alguém anda a sua volta?
Ele insiste em ter as patas erguidas, dianteiras ou traseiras?
Ele murcha as orelhas ou mostra algum desejo de morder ou escoicear?

Estas observações devem ser feitas no cavalo DESMONTADO. Quando MONTADO, deve-se observar:

O animal se mantém calmo, ou tenta empinar?
Você sente que ele está sob seu controle, tanto no curral como em espaço aberto?
Ele intimida-se facilmente? (dias de ventania fazem com que os cavalos fiquem nervosos).
Como o animal responde aos comandos das rédeas e acessórios?
Efectue a compra se sentir que o animal correspondeu as suas expectativas.

Cowboy

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