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Laminite ou Aguamento

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Laminite ou Aguamento

Mensagem  India Lua em Qua Out 08, 2008 6:35 pm




Laminite ou Aguamento

Inflamação da lâmina é grande desafio para veterinários

Também conhecida como aguamento, a laminite manifesta-se por uma inflamação das lâminas internas dos cascos, os quais sustentam a falange distal (terceira falange). “É um dos grandes desafios para a medicina eqüina, pela variedade de respostas à terapia, causas e evolução da doença”, explica a veterinária da equipe brasileira de hipismo, Priscila Oliveira de Azevedo. Segundo ela, entre as causas mais comuns da laminite estão ingestão de grande quantidade de alimentos com alto nível de carboidratos, exercícios excessivos, retenção de placenta e seqüelas de cólica severa e outras doenças gastrointestinais.

Normalmente, a doença afecta os cascos anteriores, causando intensa dor e o aumento de temperatura no local. “Para tentar livrar-se da dor, o animal joga todo o peso do corpo sobre os posteriores”, esclarece a veterinária. Na fase crônica, pode ocorrer a degeneração dos cascos, seguida da perfuração na sola, com a exposição da terceira falange. Priscila explica que, por causa da inflamação das lâminas que sustentam a terceira falange, a parede do casco e a contração do tendão digital profundo, há um deslocamento e uma rotação em direção da sola, aumentando a distância da parede do casco com a superfície da terceira falange, provocando um afundamento na coroa do casco.

Quando a causa da laminite é conhecida, Priscila explica que a prevenção, com o equilíbrio alimentar, é a melhor decisão. “Como a doença é muitas vezes secundária a outras patologias, é importante que essa seja efetivamente curada.”

Para a prevenção de endotoxemia, ela indica o uso de flunixin ineglumine (banamine), na dose de 0,25 miligramas/quilo, além de fenilbutazona a 4,4 miligramas/quilos, para aliviar a dor dos cascos. Além disso, Priscila recomenda a utilização de compressas de gelo no local. “Funciona como vasodilatador periférico”, diz. Nas fases avançadas, ela explica que é necessário o uso de vasodilatadores mais potentes, como isoxssuprine e acepromazine. “O DMSO, um antiinflamatório bastante eficaz nesses casos.”

Ferraduras – Como parte do manejo, a veterinária recomenda o uso de ferraduras com suporte na ranilha, o mais cedo possível. “Como alternativa, pode-se usar uma bandagem com bastante gaze e algodão pressionando a ranilha”, sugere.

Outra opção é a elevação dos talões entre 12 e 18 graus para diminuir a pressão dos tendões flexores profundos com uma ferradura plástica de colar e palmilhas por baixo. Quando há o prolapso da terceira falange e a necrose da sola acompanhando a infecção subsolar, Priscila diz que o prognóstico é ruim. “Recomenda-se o sacrifício do animal, para encurtar o sofrimento”, sentencia.



Causas do aguamento

Os factores que podem causar a laminite são:

Ingestão excessiva de carboidratos (grãos) e de água fria;

Danos traumáticos na lâmina, provocados por trabalho em superfície dura;

Retenção da placenta e infecções sistêmicas;

Súbita alteração na dieta ou alimentação excessiva;

Laminite de apoio (quando o animal tem de suportar o peso do corpo em outro);

Casqueamento excessivo da muralha;

Hipotireoidismo;

Ingestão de plantas com altas quantidades de estrógeno;

Altas doses de esteróides;

Éguas com cio contínuo;

Reações alérgicas a certos medicamentos

Como tratar a doença

Fases de desenvolvimento e aguda:

1 – Não servir grãos e dar, via sonda, óleo mineral para limpar o trato intestinal e inibir a absorção de toxinas;

2 – Restringir os exercícios para evitar a rotação da terceira falange e a separação desta e da parede do casco;

3 – Administrar antiinflamatórios não-esteroidais e plasma hiperimune antiendotoxinas;

4 – Administrar antibióticos em caso de infecção associada;

5 – Colocar o animal em baia com areia seca;

6 – Para aliviar a tensão do tendão flexor digital profundo, elevar os talões de 18 a 29 graus com almofadas de borracha.

Laminite crônica:

1 – Administrar baixas doses de fenilbutazona para aliviar a dor;

2 – Privação de sal;

3 – Terapia com metionina (10 gramas, uma vez ao dia, por uma semana) e biotina (5 gramas, uma vez ao dia, durante três a quatro semanas), para restabelecer o sulfato de queratina, para a vinda de casco saudável;

4 – Eliminar grãos, trocando apenas por capim ou feno;

5 – Fazer casqueamento e ferrageamento corretivo, de quatro a seis semanas, para restabelecer o alinhamento normal da terceira falange com a parede do casco (pode-se usar ferraduras específicas do tipo egg-bar, herat-bar e uma larga bar-shoe).

6 – Fazer o tratamento cirúrgico para aliviar a tensão do tendão.

India Lua

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